Feitiço para atrair a pessoa amada

Quando fazer: em uma noite com a Lua Cheia em Touro.

Pegue uma fotografia da pessoa que você gosta e coloque-a dentro de uma caixa de papelão cor de rosa, cobrindo-a com folhas secas de jasmim, um pouco de canela em pó e uma raiz de lírio branco.

Tampe a caixa e enterre-a próxima à sua porta de entrada. Você pode enterrar em um vaso, mas deixe-o sempre do ladod e fora da porta. Do lado de dentro não funcionará.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Fases da Lua em 2010

Janeiro

Jan 07 10h39mQuarto Minguante

Jan 15 07h11mLua Nova

Jan 23 10h53mQuarto Crescente

Jan 30 06h17mLua Cheia


Fevereiro


Fev 05 23h48mQuarto Minguante

Fev 14 02h51mLua Nova

Fev 22 00h42mQuarto Crescente

Fev 28 16h37mLua Cheia


Março


Mar 07 15h41mQuarto Minguante

Mar 15 21h01mLua Nova

Mar 23 11h00mQuarto Crescente

Mar 30 02h25mLua Cheia


Abril


Abr 06 09h36mQuarto Minguante

Abr 14 12h28mLua Nova

Abr 21 18h19mQuarto Crescente

Abr 28 12h18mLua Cheia


Maio


Mai 06 04h14mQuarto Minguante

Mai 14 01h04mLua Nova

Mai 20 23h42mQuarto Crescente

Mai 27 23h07mLua Cheia


Junho


Jun 04 22h13mQuarto Minguante

Jun 12 11h14mLua Nova

Jun 19 04h29mQuarto Crescente

Jun 26 11h30mLua Cheia

Jun 26 11h38mEclipse parcial da Lua (meio do eclipse)


Julho


Jul 04 14h35mQuarto Minguante

Jul 11 19h40mLua Nova

Jul 18 10h10mQuarto Crescente

Jul 26 01h36mLua Cheia


Agosto


Ago 03 04h58mQuarto Minguante

Ago 10 03h08mLua Nova

Ago 16 18h14mQuarto Crescente

Ago 24 17h04mLua Cheia


Setembro


Set 01 17h21mQuarto Minguante

Set 08 10h29mLua Nova

Set 15 05h49mQuarto Crescente

Set 23 09h17mLua Cheia


Outubro


Out 01 03h52mQuarto Minguante

Out 07 18h44mLua Nova

Out 14 21h27mQuarto Crescente

Out 23 01h36mLua Cheia

Out 30 12h45mQuarto Minguante


Novembro


Nov 06 04h51mLua Nova

Nov 13 16h38mQuarto Crescente

Nov 21 17h27mLua Cheia

Nov 28 20h36mQuarto Minguante


Dezembro


Dez 05 17h35mLua Nova

Dez 13 13h58mQuarto Crescente

Dez 21 08h13mLua Cheia

Dez 21 08h16mEclipse total da Lua (meio do eclipse)

Dez 28 04h18mQuarto Minguante

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Feitiço para afastar falsos amigos


Objetivo: Afastar pessoas falsas.
Nível de dificuldade: Fácil.

Você precisará de:
- 1 flor de pessegueiro;
- 3 litros de água;
- 1 folha de capim cidreira;
- 3 gotas de essência de lavanda;

Ferva a água e desligue o fogo. Adicione a flor, a cidreira e as três gotas de lavanda. Abafe por cinco minutos. Deixe esfriar ou amornar, como preferir.

Primeiro tome um banho normal, depois coloque esta mistura numa bacia ou banheira, completando com água limpa. Banhe-se com sete imersões, apenas do pesco o para baixo, depois enfie sete vezes a cabeça dentro dessa água. Seque naturalmente.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Feitiço para proteção física e espiritual


Fase da Lua: Minguante

Ingredientes:
- seu bastão
- sementes de mostarda
- três velas vermelhas

Este feitiço deve ser feito em lugar aberto.

Lance o círculo e coloque as três velas sobre o altar, representando a Deusa Tríplice. Acenda-as, pedindo bênçãos aos deuses, assim como proteção e o afastamento de toda a negatividade que está em seu corpo físico e espiritual.

Pegue um punhado das sementes de mostarda, esfregue-as em seu corpo e em seguida jogue-as em direção ao norte, dizendo:

Peço ajuda aos senhores da Terra, encaminhando o mal que está em meu corpo físico e espiritual.

Faça o mesmo com outro punhado de sementes, desta vez jogando-as ao Leste:

Peço ajuda aos senhores do Ar, encaminhando o mal que está em meu corpo físico e espiritual.

Jogue um punhado em direção ao Sul e diga:

Peço ajuda aos senhores do Fogo, encaminhando o mal que está em meu corpo físico e espiritual.

Jogue um punhado em direção ao Oeste e diga:

Peço ajuda aos senhores da Água, encaminhando o mal que está em meu corpo físico e espiritual.

Eleve seu bastão e diga:

Eu peço ajuda e proteção aos poderes do céu.

Toque o bastão no chão e diga:

Peço ajuda e proteção aos poderes da Terra.

Trace um pentagrama invocante no ar com o seu bastão, enquanto diz:

Eu invoco os poderes da Deusa e do Deus para que me protejam de toda negatividade.
A partir de agora nada poderá me atingir.
Que assim seja e que assim se faça, pelo bem de todos!

Sinta-se protegido pela força dos deuses. Quando tiver terminado, apague as velas e abra o círculo.

Esclarecendo algumas dúvidas sobre feitiços


Algumas dúvidas enviadas por e-mail respondidas aqui para ajudar a todos.

Se eu não for iniciado(a), meus feitiços vão funcionar?
Preciso ser iniciado(a) para fazer feitiços?

A Wicca não é a única forma de bruxaria. A Wicca é uma religião iniciática e, para fazer parte dela, você deve ser iniciado. Porém, você não precisa ser iniciado na Wicca para ser bruxo ou mesmo feiticeiro, pois a magia da Natureza está acessível a todos. Seus feitiços funcionarão se você estudar bastante e souber o que está fazendo, isso é um fato. Cabe a você ter consciência na hora de “usar” a magia e ou entender que esta é um ofício que exige respeito e humildade para o aprendizado constante.

Qual o melhor lugar para fazer feitiços?

Se você não puder fazer na Natureza (ao ar livre), faça em sua casa. A maioria dos bruxos e bruxas solitários trabalha assim sem problemas.

É errado eu preferir fazer um feitiço que tenha o mesmo efeito que um ritual só para não ter que fazê-lo? (eu não tenho onde e nem quando fazer, pois os meus pais são católicos).

Feitiços fazem parte dos rituais, mas você pode fazê-los separadamente se não tiver outra opção. Porém, não é o ideal. Estamos lidando com concentração de energia e o ritual basicamente “serve” para isso. Se você não realiza um ritual, seu feitiço pode não funcionar com tanta força quanto poderia.

Muitas pessoas enfrentam dificuldades para praticar a religião em casa, se seus pais não concordam com ela. Você pode fazer rituais em parques ou durante a madrugada, quando todos estiverem dormindo. Seja criativo e procure não usar as dificuldades como desculpas, pois todos as temos.

fonte:(bruxaria.net)

Simpatia para os seios ficarem bonitos após o período de amamentação


Material necessário:

1 coco
1 vidro de óleo de amêndoas

Como preparar:

Após o quinto mês da amamentação, tire a água do coco e corte-o ao meio.

Coloque cada parte do coco no seios e deixe por 5 minutos, em seguida passe o óleo.

Esta simpatia deve ser feita por 5 dias consecutivos, usando o mesmo coco.

Carnaval e suas origens pagãs


O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição vivenciada em vários países, na antiguidade, o carnaval também era uma prática em várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, as pessoas das diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.

O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e termina quando a Igreja adota, oficialmente, o carnaval em 590 d.C. Será que termina?

A diferença entre o carnaval da antiguidade para o moderno é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de toda as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas a começar por Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.

A festa em louvor a Dioniso se desdobrava em quatro celebrações, em Atenas: as Dionísias Rurais, as Leneias, as Dionísias Urbanas ou Grandes Dionisias e as Antestérias, se estendendo de dezembro à março.

Estas festas que tiveram grande desenvolvimento no século VI a.C. acabaram por gerar o que se pode chamar “bagunça Dionisíaca”, por isso foram fortemente reprimidas no século V a.C., no auge do desenvolvimento artístico cultural da Grécia (governo de Péricles – 443 – 429 a.C.) quando a cidade foi embelezada por monumentos como Partenon espalhando seu brilho por todo Mediterrâneo.

O século V a.C. foi o grande período da Grécia Clássica. Entretanto a influência política e cultural somente atingiu seu esplendor no século IV quando Alexandre, o Grande, expandiu as conquistas gregas formando colônia em lugares afastados como o leste do Afeganistão e as fronteiras da Índia. É a chamada época Helenista. Nessa ocasião foi introduzida na Grécia o culto a Isis (vide deusa Isis no Egito).

Em 370 a.C., quando Atenas perde a hegemonia da arte já se pode sentir a penetração do culto a Dioniso em Roma.

As bacchantes, sacerdotisas que celebravam os mistérios do culto a Dioniso, nesse tempo mais conhecido como Baco (é com o nome de Baco que Dioniso entrou em Roma, daí alguns estudiosos afirmarem a origem italiana da palavra), ao invadirem as ruas de Roma, dançando, soltando gritos estridentes e atraindo adeptos em número crescente, causaram tais desordens e escândalos que o Senado Romano proibiu as Bacanais, em 186 a.C..

Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.

Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para que se evitasse maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape”, diante das exigências que eram impostas aos medievos no período da Quaresma.

Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.

Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.

O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, Bakhtin observa que no carnaval medieval – “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial – religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc. – amalgamava-se com a vida não-oficial – a pagã e libertina. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e das pressões religiosas.

Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo e por tabela, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta.

Quem disse que o Paganismo não existe mais?

Abracadabra

Palavra mágica de origem desconhecida. Segundo a crença, seu poder consiste em afastar malefícios, doenças e a morte.

O cronista latino Wuintus Serenus Sammonicus, que acompanhou o imperador Severo à Bretanha, no ano de 20, menciona essa palavra num poema como uma cura para febres infecciosas.

Eliphas Lévi, em seus tratamentos de magia, discute longamente o “triângulo mágico formado pelas letras da palavra abracadabra, e a conecta com outros conceitos mágicos inclusive com o simbolismo do tarô. Para melhores resultados, a palavra deve ser escrita na forma de um triângulo e usada ao redor do pescoço.

Alguns estudiosos afirmam que abracadabra é uma corruptela do termo sagrado gnóstico abraxas, uma fórmula mágica significando, entre outras coisas, “proteja-me” ou “não me deixe cair em desgraça”.

Outros insistem que ela deriva do aramaico abhadda kedabrah,”doença, desapareça desde mundo”. Essa fórmula mágica foi usada intensamente pelos primeiros gnósticos, que procuravam a proteção dos espíritos benevolentes ou combater a aflição.

fontes:(bruxaria.net)

 
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